Pequim persegue incessantemente a Igreja católica subterrânea

O Pe. Zhao Kexun, 75 anos, padre da Igreja subterrânea de Xuanhua, na província de Hebei, norte da China, foi libertado no dia 1º de junho, após ter sido preso no dia 30 de março, quando voltava de uma missa celebrada em uma casa privada em Shatifang. As novas leis sobre a liberdade religiosa, adotadas no último 1º de março, colocam fora da lei e perseguem como delinqüentes ou conspiradores contra a ordem pública, padres e fiéis que se reúnem em missas em residências privadas ou fora do controle do Estado.

Após uma dezena de anos, Pequim lançou uma verdadeira campanha para eliminar as comunidades religiosas subterrâneas de qualquer confissão e, mais particularmente, os grupos católicos clandestinos ligados ao Vaticano, que consideram como "uma potência estrangeira".

A agência católica AsiaNews aumentou as cifras para 18 bispos e 20 padres aprisionados, mantidos em isolamento ou impossibilitados de exercer seu ministério. Na China, verifica-se uma real aspiração religiosa: as conversões anuais ao catolicismo ― pelo menos 150.000 por ano ― na Igreja clandestina ou patriótica (oficial) preocupam seriamente o governo.

(fonte: DICI)

Para sair, feche a janela