NOTA SOBRE CRISTALDO

Cristaldo blasfemou. Não blasfemou escondido no seu blog pessoal. Mas cuspiu num crucifixo do alto da cátedra visível que é o Mídia sem Máscara, no dia 10/10 (A toga e a Cruz). Sobre o Mídia, devo dizer que teria muitos motivos para elogiar o trabalho político deste corajoso site, do Olavo e seus amigos, mas abstenho-me porque o Midia mascarou! Mascarou-se ao permitir que seus colaboradores desrespeitem a Religião, fazendo eco à odiosa blasfêmia. Tem a obrigação de se desculpar perante todos os seus leitores católicos, porque blasfêmia não é crítica, é xingamento.

Eu reagi na defesa de Nosso Senhor, da Igreja (cf. Protesto). Reagi aqui com certa ironia, ali com uma tentativa de análise da consciência perturbada do escritor. Mas o que escrevi, de certa forma, tem um aspecto completo, fecha o que eu queria dizer.

Não sei ainda se ele entendeu que houve uma desonra; eu puxei a espada para defender a honra ultrajada. C´est tout!  Cristaldo então escreve do único modo que não devia fazer: tenta explicar-se, tenta explicar seu ateísmo, tenta mostrar-se um simples crítico científico e objetivo (coisa que não é, porque sempre volta com essa questão da morte da mulher, que é exatamente o ponto de ódio que deixa transparecer). Faz aquilo que sempre fez: leva a polêmica para tratar dele e só dele. Talvez seja por isso que ele publica tudo o que sai sobre seu artigo, prós e contras. Aquilo é o espelho da sua tremenda vaidade. Qualquer resposta nova da minha parte será para falar de Cristaldo como ponto principal, quando o que me interessa é Jesus Cristo e sua Igreja.

E para que nossos leitores não fiquem sem recursos para defender a Igreja em outros pontos atacados pelo blasfemo artigo, damos o link para dois artigos mostrando a verdadeira história da Inquisição. Em breve estaremos também publicando o capítulo sobre o assunto do historiador francês Jean Dumont, no seu livro "A Igreja na berlinda da história" (L´Église au risque de l´histoire).

Dom Lourenço Fleichman OSB

Para sair feche esta janela