O assassinato de Terri Schiavo

Terri Schiavo foi condenada à morte sem ter cometido nenhum crime. Uma morte cruel, fria, calculada, revestida de todos os carimbos e chancelas dos senhores (deuses) do Olimpo democrático, os juízes, que passam a ter autoridade para decidir sobre a vida e a morte. Curioso que estes mesmos juízes, jornalistas, ativistas, quando se trata de aliviar as dores da sociedade diante de um marginal assassino, lutam contra a pena de morte, mas decidem, ordenam, obrigam que se mate uma mulher que dorme, respirando por conta própria, tendo suas funções vitais preservadas. Esquecem de Deus, da Vontade Suprema de Nosso Senhor, que escolheu, porque quis, que esta sua filha vivesse uma parte de sua vida deste modo adormecido. Só Ele, do alto do Céu, sabe a hora em que deve chamá-la, como a todos nós, para prestar contas dos seus atos.

Se a vida, suas funções vitais, estivessem na dependência direta de aparelhos de respiração artificial, de manutenção do batimento cardíaco, se esta situação perdurasse de modo que não houvesse possibilidade de retorno das funções vitais, então, desligar os aparelhos não acarreta um ato positivo de matar. Ao se desligar aparelhos vitais, continua-se a alimentar com soros e a dar os medicamentos necessários. O que se faz num caso desses é apenas deixar a natureza trabalhar. A morte acontecerá  por razões naturais.

Completamente diferente é o caso desta pobre senhora, que está sendo morta por ato positivo. Condenam-se ao inferno, se não se arrependerem de tamanho pecado, aqueles que trabalharam ativamente para este assassinato "legal".

Mais uma vez eu repito: não são convicções religiosas, não é apenas a moral católica que condena tal assassinato. É a moral natural, é a Lei de Deus que está inserida no coração de todos os homens, queiram ou não. O catolicismo só entra em cena para confirmar aquilo que todos os homens deviam ter: virtudes do bem agir.

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